Vidas desiguais, mortes desiguais

Durante os “bons anos” pós Estatuto e durante a era Beltrame houve uma redução na taxa de mortes por homicídios no Estado do Rio de Janeiro tanto entre brancos quanto entre negros. Se quiserem dar-nos a honra de uma leitura, Sandra Andrade e eu analisamos séries temporais que mostram que persistiram diferenças absolutas entre a vitimização dos negros e a dos brancos. O artigo se chama “Vidas Desiguais, Mortes Desiguais” e está disponível em

opiniaopublica.ufmg.br

http://opiniaopublica.ufmg.br/site/files/artigo/7-vidas-glaucio1.pdf

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