Um set pode decidir que continua e quem fica de fora

Tenho dois receios: o primeiro, de que a equipe italiana poupe alguns dos seus principais jogadores contra o Canadá. É legitimo. Muitos países já usaram essa estratégia e seus técnicos focam no que é mais útil para seu país. O Brasil já fez isso.

O outro receio é que um set, apenas um set, venha a eliminar o Brasil. Claro que se isso acontecer, podemos escolher qualquer set. Mas eu escolho o set que perdemos bobamente para o México, uma equipe que veio do nível III e que perdeu por 3×0. Lembro que o set average decide se terminarem empatados e que cada set vale por dois, o que se deixa de ganhar e sai da lista dos ganhos e que se perde e aumenta a lista dos perdidos. Até agora, ninguém perdeu um só set contra o México: somente o Brasil e duvido que os Estados Unidos percam também.

Aliás, há uma ironia: muitos viram na derrota dos

Estados Unidos por 3×0 para o Canadá um possível caminho para facilitar a chegada do Brasil (e de outros times) ao pódio. Erro de cálculo. Os Estados Unidos são um time tecnicamente muito, muito bom e raçudo. Longe de tirar os Estados Unidos da competição, colocou o Canadá nela.

Desculpem pela incursão olímpica

 

GLÁUCIO SOARES

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