Em quem a enzalutamida dá certo?

A enzalutamida, na mediana, aumenta a sobrevivência, em alguns meses, dos pacientes que já não respondem às principais formas de tratamento hormonal. Não obstante, os pacientes podem ser arbitrariamente divididos em dois grupos: os que respondem e os que não respondem. Porque a diferença?

Um trabalho recém apresentado à AACR Annual Meeting, Abril de 2014 sugere que o segredo passa por uma molécula chamada AR-V7, encontrável – ou não – nas células cancerosas que circulam no sangue. Os que não detectaram essa molécula no sangue respondiam muito melhor. Essa separação, claro, muda o valor da mediana da sobrevivência. Quanto muda depende do número de pessoas com e sem AR-V7 detectável no grupo original de pacientes.

É importante saber, porque a enzalutamida é caríssima e tem efeitos colaterais. Só vale a pena se vai combater o câncer.

 

GLÁUCIO SOARES

 

IESP-UERJ

 

SAIBA MAIS:

http://www.healthcanal.com/cancers/prostate-cancer/49579-blood-based-biomarker-may-identify-prostate-cancers-that-will-be-resistant-to-enzalutamide.html

 

 

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