Nova terapia para cânceres não agressivos e intermediários

Um tratamento para cânceres cujo risco é baixo ou intermediário está sendo desenvolvido no  University of Pittsburgh Medical Center. Esse risco se define como um PSA de 20ng/ml ou menos, um Gleason de 7 ou menos e nenhuma indicação de metástase. O tratamento tem o difícil nome de stereotactic ablative body radiotherapy, cujos efeitos colaterais são comparativamente pequenos. Os médicos usam recursos visuais como Tomografia Computarizada, PET e MRI e os integram com a radiação escaneada. A radiação vem por feixes mínimos, de diferentes ângulos, sendo mais precisa. São, apenas, cinco sessões, em contraste com as quarenta (ou mais) usuadas no tratamento com a radiação convencional. A recuperação é muito mais rápida e os efeitos colaterais muito menores.

Claro que testes adicionais que acompanharão os pacientes por muitos anos serão usados. Até lá o tratamento é experimental.

 

GLÁUCIO SOARES                     IESP-UERJ

 

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