Efeitos da terapia (anti)hormonal sobre os riscos de enfarte do miocárdio e derrame

Uma pesquisa feita na Dinamarca estimou os efeitos da terapia (anti)hormonal sobre os riscos de enfarte do miocárdio e derrame.

Todos os pacientes registrados no Danish Cancer Registry de 1º de Janeiro de 2002 até 2010 foram incluídos. São mais de trinta mil casos. Usaram regressões estatísticas Cox para estimar as razões de risco entre os que receberam essa terapia, os que receberam orquiectomia e os que não receberam nenhum desses tratamentos. A análise, como não poderia deixar de ser, foi feita separadamente de acordo com a pré-existência de infarto do miocárdio e derrame.

Os resultados mostram que a razão de risco dos tratados com terapia (anti)hormonal tinham um risco maior de enfartar (HR = 1,31) e de derrame (HR = 1,19). Os que foram orquiectomizados não tinham risco mais alto.

 

O estilo de vida não foi controlado e ele pode se relacionar com o tratamento e com o risco.

Autores: Jespersen CG, Nørgaard M, Borre M.

 

Saiba mais: Eur Urol. 2013 Feb 12.

 

 

GLÁUCIO SOARES          IESP-UERJ

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