Prostatectomia Radical na Espanha: até 1999 e depois de 1999

O objetivo dessa pesquisa de Algarra e associados, médicos do Departamento de Urologia, Clínica da Universidade de Navarra em Pamplona, na Espanha é verificar se o perfil do paciente que é considerado para uma prostatectomia radical naquela instituição mudou no decorrer de vinte anos. Além da composição, olharam o avanço do câncer através da progressão bioquímica.  

 

Analisaram 1.132 pacientes que foram operados de 1989 a 2009, todos com estágio T1 e T2. Separaram os primeiros 250 pacientes dos demais o que coloca o ano de corte em 1.999.

Houve modificações em variáveis de interesse clinico: o nível do PSA, a percentagem dos tumores que podiam ser detectados através do toque retal, o estágio clínico, o escore Gleason e outros indicadores. Ou seja, os pacientes operados antes eram diferentes dos operados depois.

A conclusão, simples e importante, é que os critérios usados para definir quem seria operado e quem não seria mudaram. Acredito que essa mudança pode ser observada em outros países.

 

GLÁUCIO SOARES        IESP-UERJ

 

Saiba mais: Actas Urol Esp. 2013 Feb 18. 

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