CINCO OCTOGENÁRIOS COM CÂNCER DA PRÓSTATA: QUATRO MORTOS E UM VIVO. A DIFERENÇA FOI O PSA.

G.B.Miller é um octogenário que enfrenta um câncer da próstata. O médico recomendava quatro testes feitos no sangue cada três meses. O PSA é um deles. Num desses exames o PSA saiu do normal e o prudente médico recomendou um urólogo que, após uma biopsia, diagnosticou um câncer agressivo.

Oitenta está fora da margem de aconselhamento para uma prostatectomia radical. Miller foi tratado com radiação e terapia (anti)hormonal. Ele mesmo relata o resultado: “o câncer desapareceu… por enquanto”.  

A lição que esse idoso transmite inclui uma comparação com quatro amigos que, vez por outra, faziam um teste de PSA. A falta de regularidade permitiu que os cânceres só tenham sido descobertos quando estavam muito avançados.

Os quatro estão mortos e Miller está vivo…

 

 

GLÁUCIO SOARES        IESP-UERJ

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