O destino dos pacientes idosos

 Um relato publicado recentemente em PSA Rising ilustra o percurso seguido por muitos idosos. É o de um paciente diagnosticado quinze anos antes e tratado com implantes radioativos que foi vitimado por outra doença, também característica de idades avançadas, que é a que mais impacto tem sobre a qualidade de vida do paciente.
Diz a senhora:

“há 15 anos, meu marido, Frank, foi diagnosticado e subsequentemente tratado com implantes de iodo radiotivo (braquiterapia). Aos 90 ele não faz mais testes de PSA. Infelizmente, ele foi diagnosticado com Altzheimer’s há sete anos e agora vive em uma residência especial, com assistência médica, perto de nossa casa. Eu o visito todos os dias e ele parece feliz.”
(minha tradução, não literal)
O caso de Frank exemplifica o que acontece com muitos pacientes de câncer da próstata: sobrevivem muitos anos e, se idosos, acabam tendo outras doenças e não morrem do câncer. A maioria dos pacientes diagnosticados com câncer da próstata, mesmo aqueles nos quais o PSA “volta”, morre de outra causa.

GLÁUCIO SOARES           IESP/UERJ

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