QUIMIOTERAPIA A CONTAGOTAS…

Poderemos ter mudanças importantes na quimioterapia para o câncer da próstata. Pesquisadores da Universidade da Georgia descobriram que a freqüência  dos tratamentos também conta – não apenas a dose. Doses menores, dadas com freqüência a camundongos que tinham câncer da próstata humano reduziram muito o crescimento dos tumores.

Qual a vantagem? Os efeitos colaterais foram muito menores. Um dos piores efeitos colaterais é a perda de substancia óssea. Esse procedimento, de dar pequenas doses com muita freqüência é chamado de dosagens metronomicas. Os pesquisadores verificaram que dosagem e freqüência alteram a atividade celular de um remédio chamado topotecan, que é usado contra o câncer cervical e o câncer da próstata, que crescem lentamente relativamente a outros.

Topotecan dado em doses maiores desativam importantes enzimas necessários para o câncer crescer; em pequenas doses, o efeito é diferente, mudando os genes que controlam o crescimento das células. Ao contrário do procedimento anterior que era de dar poucas doses massivas e destrutivas (certamente destroem mais do que o câncer), o procedimento passa a ser dar minidoses freqüentemente.

Saiba mais: Cancer Biology and Therapy.

GLAUCIO SOARES

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