O CÂNCER DA PRÓSTATA NÃO É UM FENÔMENO RECENTE

 

O CÂNCER DA PRÓSTATA NÃO É UM FENÔMENO RECENTE

Cento de cinqüenta anos antes de Cristo nascer, homens já morriam devido ao câncer da próstata. Estudaram a múmia M1, de 2150 anos, que estava guardada no Museu Nacional de Arqueologia de Lisboa. A múmia era de homem que, hoje, seria considerado pequeno: pouco mais de um metro e meio de altura, entre 50 e 60 anos de idade. Os pesquisadores acreditam que ele faleceu lenta e dolorosamente. O exame do interior da múmia foi feito com uma tomografia especial e poderosa, chamada Multi Detector Computerized Tomography (MDCT). 

Segundo o radiólogo local Carlos Prates, as imagens obtidas eram de excelente qualidade.  Os scans mostraram tumores densos e arredondados na espinha lombar e pélvis que variavam muito de tamanho. O tipo de lesões sugerem metástases ósseas, em combinação com o sexo, a idade, a localização e distribuição das lesões, assim como a forma e a densidade sugerem que eram metástases do câncer da próstata.

O câncer atormenta a humanidade há muito, muito tempo. É possível que a sua freqüência tenha aumentado – não há dados que confirmem ou afastem definitivamente essa hipótese – mas não há dúvida de que não é uma doença recente na história da humanidade.

 

GLÁUCIO SOARES

 

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