Picoplatina: + 2,5 meses de vida


Pacientes que não respondem mais às terapias hormonais são tratados de formas diferentes, mas a mais comum é docetaxel, juntamente com prednisona. Pacientes que seguem esse tratamento obtêm resultados, ainda que modestos. Primeiro, o PSA baixa em 45% dos casos e, segundo, sobrevivem 18,9 meses – um ano e meio.
A picoplatina, fabricada pela empresa Poniard, é usada em muitos cânceres e agora está sendo testada nos cânceres da próstata. Se adicionada ao tratamento padrão (docetaxel mais prednisona) nesse nível avançadíssimo do câncer, ela produz resultados ligeiramente melhores.

Uma pequena pesquisa (Fase II) com 32 pacientes com metástases e que não respondiam aos tratamentos hormonais, mostra que a percentagem que apresenta resposta no PSA aumenta para 75% e que há um ganho de dois meses e meio na sobrevivência, que passa a ser de 21,4 meses. O tempo durante o qual o PSA não progride passa a ser de 7,4 meses.

É mais uma esticada na vida. Pequena, menor do que em vários outros cânceres. Ainda estamos longe da cura e, desde a abiraterona, não temos um progresso digno de entusiasmo – na minha opinião.

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