Afinal, qual meu risco de morrer de câncer de próstata?

Um estudo de mais de 7 mil homens que fizeram prostatectomia radical e foram acompanhados durante sete anos mostra que a grande maioria (5.725 homens) continuava viva. Porém, um em cada quatro teve recorrência química (o PSA voltou a ser detectável). Três em quatro estavam curados. O mais interessante é que, entre os que morreram, a maioria não morreu do câncer, mas de outras causas.



<span style="font-weight:bold;"Essa é uma questão relevante: a volta do PSA indica que o câncer não foi curado e, tecnicamente, com os recursos atuais da medicina, não pode ser mais curado. Nem por isso estão condenados a morrer de câncer de próstata. Mais de oitenta por cento dos que morreram, morreram de outras causas. Assim, a volta do PSA está longe de ser uma sentença de morte.

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