A luta continua: Dia Mundial do Câncer

Recebi da minha médica, clínica geral, um lembrete de que sexta dia 3 será o Dia Mundial do Câncer. ) câncer mata muito, mas muito, mais do que as guerras. Poucos não conhecem alguém que sofre ou sofreu com essa doença. Vamos aumentar a pressão política para que façamos muitas pesquisas a mais e desenvolvamos tratamentos, com o objetivo de chegar à cura. É um objetivo da humanidade. A prevenção eficiente e a cura pode salvar nossos filhos, netos, bisnetos e os que vierem depois deles. Além da ação política, solicito, com minha médica, uma ação espiritual. Uma não exclui a ou tra:


Xesca
   
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El Viernes es el día mundial del Cáncer


Te agradecería que lo reenviaras

Ah¡ la única petición es que mantengas esto circulando, aunque solo sea a una persona más .
Por la memoria de alguien que conozcas que ha sido vencido por el cáncer o que aún vive con él .
Una vela no pierde nada cuando enciende otra vela .
Por favor mantén esta vela encendida

 GLÁUCIO SOARES

Está aumentando a sobrevivência dos cânceres

Está aumentando a sobrevivência dos cânceres. Há muita variação entre os cânceres e, dado o mesmo câncer, entre os paises. Os Estados Unidos, com um “escore” de previsão mais baixo que o de muitos paises, tem o mais alto de sobrevivência devida ao tratamento.

A Inglaterra não anda tão bem nessa área, comparando com os países industriais, mas anda melhorando.

Como saber se a sobrevivência aumenta ou diminui? Uma das maneiras é comparando os que foram diagnosticados em um período de vários anos com outros que foram diagnosticados depois, num período de igual duração. Comparando o quê? Os que estavam vivos 1, 2, 5, 10 anos depois do diagnóstico.

Na Inglaterra, os maiores ganhos foram com os cânceres do testículo e com o melanoma, sobretudo no caso das mulheres. Eram cânceres letalíssimos. Ainda são muito perigosos, mas muito menos do que eram.

Houve melhorias claras nos cânceres da próstata, nos mielomas, nos linfomas (non-Hodgkin), mama e outros. Um dos que progrediram menos foi o do pulmão, usualmente diagnosticado muito tarde.

Essas melhorias são boas para todos.A maior sobrevivência fora e o aumento do buraco entre ser tratado nos melhores paises e no Brasil nos dá munição na luta pela melhoria do sistema de saúde, em geral, e oncológico, em particular.

Escrito por Gláucio Soares com base em matéria publicada no The Independent.

Vacina contra vários cânceres

Uma empresa denominada Immunovaccine Inc. está selecionando pacientes para um clinical trial, ainda na Fase I, de uma vacina contra diferentes tipos de câncer (na mama, nos ovários e na próstata) chamada DPX-0907. O objetivo dessa etapa é garantir que a vacina é segura e não causa sérios efeitos colaterais. Outros objetivos incluem averiguar quais as dosagens adequadas e uma espiada inicial na resposta do sistema imune. Ela inclui uma delivery platform, que se refere à maneira pela qual a vacina é aplicada, chamada de DepoVax. São duas coisas diferentes: a plataforma que pode ser ajustada, calibrada e usada por outras vacinas e a vacina em si.

Caso os resultados sejam bons, a empresa tentará registrar e licenciar a plataforma e investigar mais a fundo (com experimentos nas Fases II e III) a vacina.

A DPX-0907 reúne vários antígenos, que são combinados e introduzidos nessa plataforma. Como sempre, o objetivo é matar células cancerosas sem afetar as saudáveis. Usa sete peptídeos antígenos que estão (ou estariam) presentes na membrana das células de cânceres da mama, dos ovários e da próstata. É usada de maneira liofilizada (congelada e seca).

O experimento será feito em lugares diferentes, inicialmente com apenas 24 pacientes com cânceres avançados, mas ainda não com metástases extensas. Não é fácil conseguir ser um desses pacientes, particularmente se o(a) paciente for tratado(a) fora de centros de renome mundial, parte da rede usada pelos pesquisadores.

A utilidade é óbvia. O câncer da mama matou perto de quarenta mil mulheres somente nos Estados Unidos e o seu tratamento custou mais de oito bilhões de dólares somente naquele país. O câncer dos ovários é agressivo – com alta taxa de mortalidade porque raramente é descoberto cedo. Mata cerca de 15 mil americanas cada ano e seu tratamento consome outros 2,2 bilhões de dólares. O câncer de próstata é o mais comum entre os homens – um em seis o terá, perto de 200 mil somente nos Estados Unidos e, desses, 13% morrerão da doença naquele país. Em outros países, inclusive desenvolvidos e industrializados, a percentagem dos que morrem é mais elevada.

Para mais informações sobre a plataforma e a vacina, buscar em www.imvaccine.com

Aumentam os casos de câncer, mas diminuem as mortes

Nos Estados Unidos, a mortalidade por câncer vem diminuíndo numa taxa previsível desde a década de 50, segundo um relatório do Cancer Research, publicado pela American Association for Cancer Research. Os declínios foram maiores entre os mais jovens, o que significa que um número maior de anos de vida foi salvo.

A que se deve isso? Prevenção, sobretudo, a detecção precoce e a melhoria dos tratamentos. Os ganhos foram em todas as faixas de idade, mas foram mais fortes no grupo de homens jovens, de 35 a 45.

Quanto baixou a mortalidade? Nesse grupo, mais de 25% por década.

Mas há notícias ruins. Em vários cânceres, a incidência está crescendo: há mais cancerosos do que antes. Mas não se pode generalizar para todos os cânceres: uns cresceram, outros não.

Quais os cânceres que cresceram? Do fígado, do esôfago, dos rins, o mieoloma e melanoma, entre outros, são os que cresceram entre os homens. O crescimento foi diferente entre as mulheres: do pulmão (as mulheres passaram a fumar mais); da tiróide, do pancreas, do cérebro, da bexiga e do sistema nervosa. O melanoma também cresceu.

A detecção precoce funciona: primeiro há um crescimento do número de cânceres mas, quando os exams se espalham, o crescimento congela. A prevenção funciona: os cânceres da mama decresceram entre 1999 e 2005, 2,2%, na media, por ano. O cancer dos ovários diminuiu durante os últimos vinte anos e o da próstata vem caindo 4,4% por ano – depois de aumentar, graças à detecção precoce.

A melhor maneira de evitar cânceres, além de fazer exames regulares, é melhorar o estilo de vida. O crescimento do número de obesos não indica isso. Se quisermos reduzir muito comecemos com acabar com o fumo e os cigarros. É preciso mudar a alimentação: menos carne, menos gordura e menos fritura. Exercícios regulares salvam muitas vidas e reduzir o estresse também ajuda.  Temos que mudar o estilo de vida e não apelar para curas nada científicas.

Fontes: American Cancer Society, Medical News Today 8/13/09
US News & World Report 8/13/09
Zero—The Project to End Prostate Cancer

Câncer nos testículos


O câncer nos testículos já foi um dos maiores assassinos de homens. Agora não é mais.
Passou a ser um dos mais fáceis de curar. Até homens com formas avançadas da doença tem sido curados e conseguem fazer muitas coisas na vida. Um exemplo se chama Lance Armstrong – foi curado com cirurgia e químioterapia e se transformou possivelmente no ciclista mais bem sucedido de todos os tempos. Americano, venceu campeonatos em todas as partes. Venceu o Tour de France sete vezes em seguida, de 1999 a 2005. O câncer de Armstrong tinha metastases nos pulmões e no cérebro. Fez cirurgia no pulmão e no cérebro em 1996, além da químio. Três anos mais tarde ganhava o primeiro Tour de France.
Este câncer pode afetar um ou os dois testículos e é mais comum em homens jovens, como diferente do câncer de próstata. Afeta sobretudo os que estão na casa dos 20 e dos 30. Este câncer tem três tipos: germ cell, stromal e tumores testiculares secundários.
Os testículos têm diferentes tipos de células que podem provocar diferentes tipos de câncer. Os “Germ cell” são os mais comuns e crescem nas células que produzem esperma. Já os “stromal” afetam muitas vezes as células que produzem hormônios. Os chamados de secundários de fato são metástases de outros cânceres. Denominar os cânceres pelo local em que aparecem ignora essas diferenças e, por isso, é um procedimento que abarca cânceres muito diferentes que, inclusive, requerem tratamentos diferentes. De acordo com a American Cancer Society há, somente nos Estados Unidos, 140 mil sobreviventes deste câncer e perto de 8 mil casos são diagnosticados anualmente, com 380 mortes em 2007, menos de 5%. Já foi muito mais. Como todos os cânceres, descobrí-lo cedo afeta o prognóstico e um programa de prevenção deve incluir o auto-exame, pelo menos até os 40, idealmente até os 50. Aliás, os pacientes são os primeiros a detectar o câncer, mas isso uma campanha de prevenção através do auto-exame poderia salvar vidas. Os sinais são o crescimento de um testículo ou um carôço num deles (ou nos dois). Outro sintoma é a sensação de peso ou dores no abdomen ou no escrôto. O ultrasom revela o câncer. O tratamento mais seguro é a remoção do testículo com quimioterapia e radioterapia.
Hoje, 96% dos pacientes estão vivos cinco anos mais tarde.

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Câncer nos testículos


O câncer nos testículos já foi um dos maiores assassinos de homens. Agora não é mais.
Passou a ser um dos mais fáceis de curar. Até homens com formas avançadas da doença tem sido curados e conseguem fazer muitas coisas na vida. Um exemplo se chama Lance Armstrong – foi curado com cirurgia e químioterapia e se transformou possivelmente no ciclista mais bem sucedido de todos os tempos. Americano, venceu campeonatos em todas as partes. Venceu o Tour de France sete vezes em seguida, de 1999 a 2005. O câncer de Armstrong tinha metastases nos pulmões e no cérebro. Fez cirurgia no pulmão e no cérebro em 1996, além da químio. Três anos mais tarde ganhava o primeiro Tour de France.
Este câncer pode afetar um ou os dois testículos e é mais comum em homens jovens, como diferente do câncer de próstata. Afeta sobretudo os que estão na casa dos 20 e dos 30. Este câncer tem três tipos: germ cell, stromal e tumores testiculares secundários.
Os testículos têm diferentes tipos de células que podem provocar diferentes tipos de câncer. Os “Germ cell” são os mais comuns e crescem nas células que produzem esperma. Já os “stromal” afetam muitas vezes as células que produzem hormônios. Os chamados de secundários de fato são metástases de outros cânceres. Denominar os cânceres pelo local em que aparecem ignora essas diferenças e, por isso, é um procedimento que abarca cânceres muito diferentes que, inclusive, requerem tratamentos diferentes. De acordo com a American Cancer Society há, somente nos Estados Unidos, 140 mil sobreviventes deste câncer e perto de 8 mil casos são diagnosticados anualmente, com 380 mortes em 2007, menos de 5%. Já foi muito mais. Como todos os cânceres, descobrí-lo cedo afeta o prognóstico e um programa de prevenção deve incluir o auto-exame, pelo menos até os 40, idealmente até os 50. Aliás, os pacientes são os primeiros a detectar o câncer, mas isso uma campanha de prevenção através do auto-exame poderia salvar vidas. Os sinais são o crescimento de um testículo ou um carôço num deles (ou nos dois). Outro sintoma é a sensação de peso ou dores no abdomen ou no escrôto. O ultrasom revela o câncer. O tratamento mais seguro é a remoção do testículo com quimioterapia e radioterapia.
Hoje, 96% dos pacientes estão vivos cinco anos mais tarde.

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