Os inibidores de Cox-2 dão uma ajuda depois da terapía hormonal
Publicado por soares7 em Junho 9, 2008
Foi aí que começou o tratamento com um inibidor de Cox-2, Celecoxib (que foi parcialmente retirado do mercado devido às complicações cardio-vasculares que causava). Foram 200 mg/dia. Acabou a dor e o PSA decresceu: em dois meses voltou a 5,48 ng/mL (lembrem que estava em 522 quando foi diagnosticado). Quatro meses depois, o PSA voltou a crescer, chegando a 11,52 ng/mL. Nova tentativa, aumentando a dose para 200 mg duas vezes por dia, o que provocou uma pequena baixa do PSA, para10.4 ng/mL. Depois de seis meses de tratamento, o tratamento com Celecoxib foi interrompido porque o PSA saltou para 22,8 e as dores voltaram. O tratamento “ganhou” vários meses para o paciente.
Os inibidores de COX-2 (celecoxib é um deles) atuam contra o câncer de próstata. Isso havia sido demonstrado in vitro e in vivo. Num teste clínico com apenas 24 pacientes avançados uma dose maior de celecoxib (400 mg uma ou duas vezes por dia) reduziu a taxa de crescimento do PSA e estabilizou ou reduziu o PSA em 11. Outro teste clínico com 18 pacientes que já não respondiam à terapia hormonal, a combinação de docetaxel e celecoxib (dose massiva de 400 mg duas vezes por dia) estabilizou ou melhorou o PSA 65% dos casos.
Esse texto foi baseado em carta de Guru Sonpavde e Teresa G. Hayes, do Baylor College of Medicine
Esta entrada foi publicada em Junho 9, 2008 às 6:52 pm e é arquivado em câncer de próstata e sobrevivência, inibidores de cox-2 e câncer de próstata, ketoconazole e câncer, metástase óssea, tratamento hormonal. Tagged: a morte por câncer de próstata, Câncer avançado de próstata, câncer da próstata, células normais, Cox 2, deficiências físicas e depressão, metástase óssea, metástase do câncer da próstata, metástase e morte, pesquisa sobre câncer de próstata. Você pode seguir qualquer respostas para esta entrada através de RSS 2.0 feed. Você pode deixe uma resposta, ou trackback do seu próprio site.

